4ª edição

Felicidade S.A.

Muitos de nós continuamos a trabalhar (só) por (mais) dinheiro – mesmo sem precisar. Este é um erro, segundo o autor do livro Felicidade S.A., Alexandre Teixeira, que cometemos apesar da avalanche de estudos científicos que comprovam os limites da remuneração como promotora da felicidade. A ideia de que a busca por propósito e sentido começa a superar a recompensa financeira como motivador do profissional contemporâneo é a tese central desse livro provocativo, que propõe uma profunda reflexão sobre nossa relação com o trabalho.

Graças ao avanço da neurologia e das ciências cognitivas, a felicidade é um tema em voga, esmiuçado por psicólogos sociais, filósofos e economistas comportamentais, há mais de uma década. Em paralelo, gestão de pessoas talvez seja o tópico mais em evidência do estudo de administração de empresas no mesmo período, devido ao esgotamento de um modelo que se convencionou chamar de “comando e controle” e da entrada no mercado de trabalho de uma geração pouco afeita à disciplina de inspiração militar das empresas tradicionais.

No livro, empresários como Abilio Diniz e Luiz Seabra participam de um grande debate com executivos consagrados como Fábio Barbosa e outsiders como Wellington Nogueira, fundador dos Doutores da Alegria. Ao melhor da teoria que se produz hoje sobre felicidade e trabalho, Teixeira acrescenta experiências e práticas de organizações como Ambev, Natura e Google

O que estão falando

Brasil Econômico


Para Teixeira, felicidade no trabalho é, ainda hoje, o aspecto mais negligenciado do debate sobre sustentabilidade

Ilustríssima

Folha de São Paulo


Mesclando economia, psicologia e filosofia, Teixeira repassa diversas teorias badaladas sobre o tema, de autores como o filósofo suíço Alain de Botton, o economista brasileiro Eduardo Giannetti, e o psicólogo e Prêmio Nobel americano Daniel Kahneman

O Estado de São Paulo


Não há um, mas vários caminhos possíveis - essa é a tese do livro Felicidade S.A. do jornalista Alexandre Teixeira
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