2 de abril de 2019
José de Oliveira Barboza
Renata Dias por Renata Dias

José de Oliveira Barboza nasceu em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vindo de família simples e humilde, é casado e pai de quatro filhos. Depois de se formar no segundo grau, começou a atuar como técnico em instalações hidráulicas. Foi por meio da prestação desse serviço que conheceu muita gente e percebeu que Betim precisava, naquela época, de uma loja especializada no setor. Abriu, então, uma loja de materiais hidráulicos, de prevenção contra incêndio, reparos e peças de reposição, que aos poucos foi crescendo e se tornando referência. Conheça um pouco mais da sua história.

Qual é o seu negócio? Sempre atuei no ramo da construção civil, tenho paixão por essa área. Comecei como técnico e, depois, abri minha própria loja, especializada na comercialização de materiais hidráulicos.

Quais são os desafios da sua área de atuação? Há tantos anos nesse setor, creio que o maior desafio seja a alta carga tributária, que nos acompanha faz muito tempo. Os impostos que pagamos são muitos e se tornam caros, porque não vemos resultados efetivos na aplicação deles.

Como começou sua história no Sistema CNDL? Um grupo de empresários me convidou, em 1994, para fazer parte como diretor na CDL Betim; não só aceitei, como também tomei gosto pelo movimento. No ano seguinte, me tornei presidente da CDL e, durante meu mandato, construímos nossa sede própria, sem ter nenhum recurso para isso. Em 2001, levei a experiência do sistema para a Prefeitura de Betim, me tornando secretário de Desenvolvimento Econômico e, posteriormente, chefe de Turismo, atuando de forma efetiva junto aos empresários da cidade. A convite de José César da Costa, fui para a FCDL-MG, em 2007, e, agora, tenho a honra de acompanhá-lo também na CNDL, integrando o Conselho Fiscal na atual gestão.

Qual é a importância de participar de uma entidade associativista? Vejo que, atuando no Sistema CNDL, eu tenho a oportunidade de ajudar a construir melhores caminhos para os empresários. As demandas e os anseios do comércio local ganham força quando se unem a outras com o mesmo objetivo. Além disso, há uma troca. Trago para nossa realidade as experiências adquiridas nos encontros com os outros cedelistas e os casos exitosos que vivencio ao participar de convenções Brasil afora e de eventos internacionais, como as várias edições da NRF em que estive presente e a Missão Flórida, com o Sebrae, nos Estados Unidos, em agosto de 2011, quando conheci a realidade administrativa de várias empresas e trouxe as novidades da época para os empresários daqui.

Por que me tornei uma liderança? Acredito que pela facilidade que tenho de fazer a interlocução entre pessoas, empresas e poderes públicos. Sempre foi tudo muito natural, no intuito de procurar o bem das empresas. Ao longo do tempo, fui ganhando a credibilidade e confiança dos colegas e participando de encontros que favorecessem o empresariado. Desde pequeno, tenho esse espírito de empreender e de fazer as coisas sem esperar que elas aconteçam por si só.

Ser dirigente lojista para mim é… Um ganho muito grande! Além de me trazer crescimento pessoal, ser dirigente lojista me dá a oportunidade de promover o desenvolvimento de outras pessoas e empresas e isso é muito gratificante para mim.

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