19ª edição

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Nascido na cidade de São Paulo, Maurício Stainoff é formado em Engenharia Eletrotécnica e já trabalhou como professor, engenheiro e chefe de gabinete do governo do estado de São Paulo. Sua trajetória no varejo começou em uma loja de móveis. Assumindo pela segunda vez a presidência da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP), Stainoff segue também à frente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de São Paulo e é o vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), para a gestão 2018-2020. Confira a entrevista a seguir.

 

Qual é seu negócio?

Atualmente, com a sucessão familiar já consolidada, atuo nos segmentos de bar e restaurante, estacionamentos e lava-rápido.

 

Como começou sua história no Sistema CNDL?

Venho de uma família de vocação e atuação política. Meu pai foi ativista político e fundador de CDL, no ano de 1967. Ocupei todos os cargos diretivos de uma CDL, sendo o primeiro em 1982, como tesoureiro. Uma das minhas principais missões é consolidar o SPC Brasil no estado paulista, o último e mais importante território a ser ocupado pelo Sistema CNDL. Sem nenhuma dúvida, o avanço do movimento lojista no estado é de vital importância para a consolidação de nossos serviços, não apenas gerando receitas, mas também proporcionando maior visibilidade para todas as CDLs do Brasil.

 

Por que se tornou uma liderança?

Tive a felicidade de ter bons exemplos e a convicção de que somos de fato os responsáveis pela construção do futuro. Não se pode terceirizar a cidadania e delegar para outros o poder de decidir como será nossa vida. O exemplo dos pais e de bons amigos molda o caráter e fundamenta o caminho das pessoas, daí é natural assumir responsabilidades. As CDLs são nossas trincheiras de cidadania.

 

O que é preciso para ser dirigente lojista?

É preciso gostar das pessoas e ser otimista. Para ter sucesso como lojista, essas são qualidades fundamentais. Como levantar as portas de aço todos os dias se não acreditamos que aquele será o melhor dia de vendas? E aqueles com mais experiência hão de lembrar: como podíamos abrir nossas lojas após aqueles malfadados planos econômicos? Alguns até confiscaram o dinheiro das pessoas; mesmo assim, no dia seguinte, estávamos com as portas abertas e vendendo.

 

E o futuro?

Tenho certeza de que nosso futuro será promissor, mas é preciso dar o bom exemplo. Se, além do cuidado com nossas famílias, assumirmos nossas responsabilidades com as CDLs, com as nossas cidades e com o Brasil, nada poderá dar errado e nossa realidade certamente mudará para melhor. Apesar de tudo, o lojista acredita no país.

 

Frase Destaque: “O exemplo dos pais e de bons amigos molda o caráter e fundamenta o caminho das pessoas. As CDLs são nossas trincheiras de cidadania.”

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