5 de maio de 2020
Dia das Mães online
Varejo SA por Varejo SA

Pesquisa da CNDL mostra que 53% dos consumidores vão presentear com compras na internet

O Dia das Mães é considerado pelo varejo a data comemorativa com maior potencial de faturamento do primeiro semestre. Este ano, no entanto, ela acontecerá em meio a um evento mundial inédito do ponto de vista da saúde pública e do cenário econômico, a pandemia causada pela Covid-19.  As incertezas e inseguranças causadas pela pandemia deverão afetar o resultado das vendas.

Levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 68% dos brasileiros pretendem presentear nesta data. O número é o menor dos últimos três anos, 2017 (73%), 2018 (74%) e 2019 (78%), reflexo da crise econômica causada pelo coronavírus.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, a crise financeira causada pela COVID-19 afeta a renda familiar do brasileiro, que também está inseguro com o cenário incerto dos próximos meses.  “Quase 4 milhões de trabalhadores já fizeram acordo de redução de jornada e de salários, o que impacta diretamente na renda familiar. O cenário dos próximos meses traz insegurança para a manutenção das empresas e dos postos de trabalho. As pessoas ainda vão tentar presentear as mães, mas o gasto tende a ser menor do que nos anos anteriores”, afirma Costa.

Com as regras de isolamento e de fechamento do comércio em boa parte do país, 53% dos consumidores afirmaram que farão suas compras pela internet. Mas ainda dá tempo do empresário se organizar e aproveitar a data, já que 47% das pessoas afirmam que pretendem fazer as compras na primeira semana de maio.

“Diante do isolamento social imposto pelo coranavirus, cresceu a importância dos comerciantes buscarem estratégias para aumentar sua presença online, de maneira que possam atrair clientes e aumentar suas vendas. Neste sentido, as redes sociais e o Whatsapp são meios simples de operar, especialmente para aqueles que possuem menos recursos para investir em sites ou aplicativos”, sugere Costa.

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