1 de maio de 2018
Da indústria para o varejo: como a Server Softwares transformou-se em um case de sucesso
Varejo SA por Varejo SA

Apenas no primeiro trimestre, a empresa cresceu 98% em relação aos três primeiros meses do ano passado

Por Carolina Laert

 

mai_inova_server_Diego Zanelatto 1

 

Tomar decisões nos negócios não é apenas uma escolha sobre qual rumo seguir, mas uma questão de sobrevivência. Por isso, a história da Server Softwares para Varejo, empresa de Nova Hamburgo, vai ao encontro da vontade de milhões de brasileiros: reinventar-se.

Há quase 20 anos no mercado, a Server, como também é conhecida, focava inicialmente softwares para atender à principal atividade econômica da região, a indústria calçadista. No entanto, em meados de 1994, a atividade industrial acabou cedendo à crise iniciada na época – com as incertezas da chegada do Plano Real – e a empresa de tecnologia teve que mudar sua estratégia e fazer uma importante escolha: qual rumo tomar.

“A crise atingiu grande parte dos nossos clientes aqui em Nova Hamburgo, muitos fecharam as suas portas ou voltaram a utilizar controles manuais para diminuir os custos. Com isso, tomamos uma decisão a partir de uma percepção nossa: a necessidade de levar inovação aos lojistas brasileiros. A partir daí, deixamos de atender às indústrias e nos focamos no varejo, surgindo a Server Informática, que após alguns anos se tornou a Server Softwares para Varejo”, conta o diretor comercial da empresa, Marcos Zanelatto.

Marcos Zanelatto, diretor comercial da empresa
Marcos Zanelatto, diretor comercial da empresa

Automação, um bem necessário

Para Zanelatto, muita coisa mudou nos últimos anos, principalmente quando se trata das novas exigências de um consumidor cada vez mais conectado e antenado. Segundo ele, automatizar não é mais visto como um diferencial dentro das organizações e, sim, uma exigência.

“No início, ouvimos muito que o software para o varejo era um ‘mal necessário’, sendo utilizado somente para emitir as notas e exportações. Manter esse pensamento é um erro. Hoje, o software é uma ferramenta essencial para o varejista. Sabemos que uma operação automatizada tem o controle de seu estoque, suas compras, seus clientes, seu crediário, enfim, tudo a um clique de distância, agilizando o dia a dia do empresário, mantendo sua loja saudável, sem abrir portas para erros”, explica.

O executivo reforça que não há um tamanho específico para que uma empresa invista em automação, sendo algo que tem que estar alinhando com o orçamento. “Os pequenos varejistas podem ir migrando aos poucos seus controles manuais para a automação, por exemplo. Além disso, com um software bem alimentado, existem muitas possibilidades para ampliar a receita, seja efetuando uma compra correta com informações da sua compra passada, seja utilizando um CRM segmentado para seus clientes”, explica.

Quando se trata dos grandes, Zanelatto é enfático ao falar da importância da inovação para o sucesso dos negócios. “Hoje, a tecnologia caminha muito rapidamente e sempre ao lado de quem busca agilidade e confiabilidade. Pode até parecer clichê, mas dificilmente uma empresa de grande porte irá sobreviver nos dias atuais sem automação de processos, fica inviável se manter no mercado”.

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Varejo 100% conectado

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Construir um ambiente 100% conectado, pronto para atender às demandas reais do consumidor moderno. É nesse ambiente que a empresa criou seu carro-chefe, o ERP BusinessShop. O programa contempla o controle total de redes de lojas e franquias, integrando pontos de venda, área financeira e estoques. É uma inovação para lojas de confecções, calçados e acessórios (bolsas, bijuterias, entre outros).

O grande diferencial desse software é o controle dos negócios 100% on-line. Além das inúmeras funcionalidades, os relatórios podem ser acessados pelos executivos via web ou apps próprios para dispositivos móveis, em qualquer parte do planeta. “O consumidor está conectado, então o varejo também precisa estar. A automação é o ponto de partida para integrar suas operações e acredite: isso fará seu negócio muito melhor, mais afetivo e menos custoso”, finaliza Zanelatto.

 

 

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