7 de fevereiro de 2017
Apesar dos baixos resultados, varejistas estão otimistas
Varejo SA por Varejo SA

Dados do IBGE confirmam o que já sabemos: 2016 não foi um ano fácil. Apesar de maior queda dos números da série histórica, varejo teve pequena alta no fim de 2016. Embora o resultado tenha sido fraco, líderes demonstram persistência e otimismo.

Em novembro de 2016, o volume de vendas do comércio varejista nacional avançou 2,0% sobre o mês anterior, interrompendo uma sequência de quatro taxas negativas. Esse acréscimo no volume de vendas da atividade varejista teve predomínio de resultados positivos, alcançando cinco das oito atividades que compõem o varejo.

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O CENÁRIO DO COMÉRCIO VAREJISTA E DE SERVIÇOS (com base na Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE)

As expectativas do Banco Central para o fechamento de 2016 é de um crescimento de +0,80% do comércio, após quedas de -9,86%, -8,49% e -6,00% nos três primeiros trimestres do ano passado.

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A CNDL e o SPC Brasil ouviram 822 empresários brasileiros de todos os portes, dos mais diversos ramos de comércio e serviços, em todas as capitais brasileiras e no interior dos 27 estados. A maioria está oti mista. 58,4% dos varejistas consideram que este ano será melhor para a economia. Apenas 8,4% acreditam que a conjuntura econômica fi cará pior e, entre estes, 39,7% afirmam que uma das principais consequências será a dificuldade em economizar e fazer reserva financeira ou capital de giro. 32,4% afirmam que farão menos compras e outros 32,4% vão deixar de comprar coisas que a empresa não precisa porque terão menos dinheiro e 26,5% acreditam que será mais difícil manter as contas em dia.

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